quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Aprenda a falar em público com as apresentações do TED


Aprender a falar em público é o desejo de 9 em cada 10 empreendedores. Selecionamos algumas dicas úteis para você contar a sua história.

Pergunte a qualquer pessoa sobre grandes exemplos de como falar em público e, muito provavelmente você ouvirá uma variação sobre a resposta: “assista aos vídeos do TED”.

Poderoso o suficiente para mudar algumas vidas em apenas 18 minutos e com milhões de pontos de vista, as melhores palestras do TED são um fenômeno cultural merecido.

Será que você poderia pegar emprestado um pouco dessa magia?

Esta é a premissa do livro do organizador do TEDx Jeremy Donovan, “How to Deliver a TED Talk: Secrets of the World’s Most Inspiring Presentation”. Vasculhando as palestras mais vistas, Donovan tentou resumir exatamente o que os torna tão emocionante que ele pudesse transformar em receita para seus leitores.

Aqui estão algumas dicas de Donovan para uma apresentação de sucesso.

1. Uma grande ideia

Se você tivesse que dizer que existe um elemento mágico para as melhores palestras do TED é que as pessoas escolheram as grandes ideias. O desafio do TED é despejar muito conteúdo em pouco tempo.

Então, como você pode determinar qual deve ser a sua ideia e a sua mensagem? Comece perguntando a si mesmo: “qual a melhor história que eu tenho para contar?”, Donovan sugere.

Comece com essa história e o que ela lhe ensinou e, em seguida edite-a impiedosamente. Ele sugere que você se pergunte: “será que o que estou dizendo é apenas uma digressão, ou o que estou dizendo agora apoia o meu tema central”?

Visualize o tema como uma espinha e garanta que tudo que você diz não fuja do assunto.


2. Não é sobre você

A maior coisa que as pessoas precisam desaprender é a noção de que falar é algo sobre o seu desempenho pessoal. Não é. É sobre a plateia. A maior transformação na fala de qualidade acontece quando você percebe que ela não é sobre você.
Quando se fala, seu objetivo deve ser o de dar ao público um presente sobre alguma coisa que você aprendeu.

Se você conceituou a sua palestra de maneira que pode se aproximar das pessoas e relaxar e estar confortável como os maiores oradores do TED, vai garantir uma mensagem apaixonada.

3. Tenha uma abertura

Como você começa a sua palestra? Donovan oferece 3 maneiras. A primeira, e melhor, se você pode controla-la é partir diretamente para a sua história. E não economize na emoção.

Não reconte a sua história, reviva a sua história com o público.
Já, a abertura mais comum é a segunda melhor, de acordo com Donovan e envolve começar com um gancho e uma instigante questão. A resposta deve ser o tema central.

Mas, você precisa ter cuidado. Se você encher a plateia com uma série de perguntas, as respostas precisam ser a mesma.

A última maneira é começar com uma estatística chocante, algo inesperado que deixa as pessoas perturbadas.

4. O slogan é o rei

As melhores palestras têm um bordão a ser repetido.

Os bordões tendem a funcionar melhor quando têm de 3 a 12 palavras. Também é importante mantê-lo centrado na ação.

Você quer que as pessoas acreditem que a sua mensagem é relevante para a sua vida. Criar um slogan é uma maneira de manter a sua mensagem na cabeça das pessoas.

5. Canalize seu roteiro interiormente

Estamos reféns de nossa infância sobre a maneira com que contamos histórias, acredita Donovan, que afirma que somos contadores de histórias naturalmente.
Ainda assim, você pode melhorar as suas habilidades mantendo a estrutura de 3 atos em mente.

Você abre em um ato como o mundo normal do seu protagonista – mostrando como era a vida do seu protagonista antes de alguma coisa acontecer.
Então vem o incidente incitante – aquilo que mudou a rotina do protagonista e o lançou a uma viagem. Este é o primeiro ato.

O segundo ato leva você através de uma série de conflitos crescentes que estão cada vez mais difícil de solucionar. O clímax de sua história é o fim do segundo ato.

Finalmente, o terceiro ato leva os expectadores do final do clímax para o novo mundo, que é a sua nova vida após o fim dessa maravilhosa jornada. Como a sua mentalidade mudou depois de tudo isso?


Fonte: http://www.jornaldoempreendedor.com.br/destaques/startup/aprenda-a-falar-em-publico-com-as-apresentacoes-do-ted#.U-P6ueNdV1Z

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5W2H Gestão e Consultoria

Nunca desperdice uma crise



Quais as respostas brasileiras à crise? Substituir o treinador pelo treinador que perdeu a Copa anterior!? A sugestão do governo de expandir o modelo de intervenção pública, que não tem funcionado na economia, ao futebol?!!!!

Por Ricardo Amorim, 

Crises são parte da vida de qualquer pessoa, país ou seleção. Elas são importantes. Sinalizam que algo está errado e precisa ser melhorado. Elas clamam por mudanças. Se reconhecidas e respondidas corretamente, elas nos fortalecem. Se ignoradas, aprofundam-se e se repetem até que, finalmente, aprendamos a lição.

Nossa crise mais recente veio com o Alemanha 7×1 Brasil. Já tive a sorte de ver o Brasil ganhar duas Copas. Espero que isto se repita mais algumas vezes. Ainda assim, temo que minhas recordações do trauma da derrota para a Alemanha serão ao menos tão fortes quanto as de nossas conquistas.

A Alemanha não ganhou a Copa só no campo. Ganhou no marketing e principalmente, no planejamento. A vitória alemã começou 14 anos antes, com um projeto de busca e desenvolvimento de talentos. Hoje, a Alemanha tem o dobro do número de jogadores que nós, apesar da população brasileira ser duas vezes e meia a alemã. A média de público da segunda divisão do campeonato alemão é maior do que a do Brasileirão. A Alemanha construiu seu próprio centro de treinamento na Bahia, com direito a campo com gramado cortado a laser. A análise do desempenho de cada jogador e da equipe em cada treinamento é feita com software desenvolvido só para isso. Resultado? Ganhou a Copa, mesmo com uma seleção sem craques, mas com muitos bons jogadores, preparo tático e técnico e espírito de equipe.

Quais as respostas brasileiras à crise? Substituir o treinador pelo treinador que perdeu a Copa anterior!? A sugestão do governo de expandir o modelo de intervenção pública, que não tem funcionado na economia, ao futebol?! Espero estar enganado, mas desconfio que estamos desperdiçando a crise por incapacidade de fazermos mudanças reais.

Esta mesma incapacidade me traz a outros campos, onde a goleada da Alemanha é maior e mais grave. O que choca mais? Perdermos de 7 a 1 da Alemanha na Copa ou sermos massacrados por ela e tantos outros países em educação, renda per capita, produtividade, IDH, expectativa de vida e infraestrutura?

O que temos a aprender com a Alemanha nestas áreas mereceria um livro, mas como só tenho uma página, destaco o mais importante, começando pela educação. Assim, como o modelo do futebol alemão foi montado para gerar uma seleção e um negócio de futebol vencedores, ao invés de apenas alguns craques, o modelo educacional alemão diferencia–se pelo melhor ensino técnico do planeta, não por universidades de ponta. Assim, o país conquistou a liderança global em tecnologia e inovação.

O planejamento e implementação que culminaram com a conquista da Copa levaram mais de uma década. Tampouco, as metas da política econômica alemã são de curto prazo. Quando a economia patinou, após a unificação do país, o governo não exagerou nos estímulos fiscais ou foi leniente com a inflação, comprometendo sua capacidade de crescimento futuro, como o Brasil andou fazendo. Para ganhar competitividade, a Alemanha apostou na produtividade e investiu em qualificação profissional, infraestrutura, flexibilização de leis trabalhistas e melhora do ambiente de negócios, ao invés de tentar desvalorizar sua moeda e reduzir a competição, encarecendo produtos importados ou impedindo os alemães de comprarem produtos no exterior.

Hoje, estas lições importam mais do que nunca. Segundo pesquisas, sete em cada dez brasileiros querem mudanças no país. No entanto, as mesmas pesquisas mostram a Presidenta liderando as intenções de voto para as eleições de outubro. A aparente incoerência se explica pelo fato da população não ver na oposição as mudanças que almeja.

Isto me traz de volta ao exemplo alemão. Lá, não se busca salvadores da pátria e balas de prata. As mudanças são fruto de planejamento, paciência, perseverança e trabalho.

Espero que não tenhamos de tomar outros 7 a 1, como o que a inflação dará no crescimento do PIB neste ano, para aprendermos esta lição.
 
Fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/economia-e-financas/nunca-desperdice-uma-crise/79616/

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5W2H Gestão e Consultoria

terça-feira, 24 de junho de 2014

Evite ser o chato que reclama de tudo no trabalho

Célia Leão, da 

Se você não quer ser isolado pelos colegas de trabalho, desligue o botão de reclamações ininterruptas. E deixe de ser o sujeito que só sabe olhar para o próprio umbigo.

Ando aqui pensando muito em como as pessoas que estão ao nosso lado podem influenciar positiva ou negativamente uma expe­riência. Viaje com um chato e você se lembrará do que eu falo: por melhor que a coisa esteja, o chato sempre acha uma maneira de estragar o que é bom, reclamando o tempo todo de tudo.
No ambiente corporativo é a mesma coisa. Só quem trabalha ao lado de um chato ou de um profissional sem noção entende o que estou falando. Só esses pobres coitados é que sabem o calvário diário a que são submetidos. Se você não quer ter sua mesa colocada atrás do armário que guarda o arquivo-morto do escritório, preste atenção nestas dicas.
Seja positivo – Na medida do possível, controle seu temperamento, não reclame de tudo e de todos, cultive o bom humor, faça sua vida e a dos que o rodeiam mais leve. O trabalho por si só já é estressante.
Maneire o tom – Não imagino nada mais estressante do que trabalhar ao lado de alguém que, o tempo todo, se comunica com os colegas e com os clientes num volume tal que quem não participa da interação nem sequer consegue se concentrar. Nesses casos, o feed­back honesto e gentil ao gritalhão resolve a situação.
Não seja do contra – Engaje-se, torça a favor de projetos e de responsabilidades que são de todo o seu time. Tem coisa pior do que trabalhar ao lado de alguém que parece ter uma nuvem negra de negatividade sobre a cabeça o tempo todo?
Baixe o ego – Sim, sim, as estrelas deixam o céu sempre mais bonito. E, quanto mais delas há na noite, mais bonito fica o céu. Pare com esse complexo de farolete e deixe que os outros falem, contem seus feitos, enfim, brilhem também. Aquele que quer que os outros ouçam seus casos precisa aprender a ouvir o caso dos outros.
Respeite seu time – Honre os compromissos que você se propôs a cumprir. Seja um profissional pontual, jogue limpo com os colegas e jamais pense em puxar o tapete de quem quer que seja ou em levar vantagem sem merecimento.
Como vê, são pequeninas coisas que, somadas, podem fazer da vida dos que nos rodeiam um oásis de tranquilidade e produtividade. Ou, quando ignoradas, geram uma sucessão de estresses e aborrecimentos que, mais dia, menos dia, acabam sendo sanados, nos casos extremos, com o desligamento do chato do grupo. Nos escritórios colaborativos de hoje, ser chato custa caro. 
Fonte: http://exame.abril.com.br
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5W2H Gestão&Consultoria

domingo, 22 de junho de 2014

Confiança gera sucesso

Sucesso é ser confiante em si mesmo e jogar qualquer pensamento de fracasso de lado. E quando as coisas não saem do jeito que você planejou, é só superar esses obstáculos e perseverar em direção ao seu objetivo.

A confiança é uma ferramenta que você pode usar em sua vida todos os dias para fazer todo o tipo de coisas legais, parar de duvidar de si mesmo, gerir seus medos e ser capaz de fazer mais coisas que realmente importam.

Muitas pessoas não percebem que a autoconfiança funciona como um músculo – que cresce em resposta ao desempenho exigido dele.

Ou você perder a confiança, se não usá-la. Por isso, construa sua confiança, permaneça firme diante das adversidades e, não se renda ao desânimo, à insegurança e à dúvida.

Quanto mais confiança, maior nós somos. Nós podemos nos sentir diminuído, sem nenhuma confiança, ou nos tornarmos um gigante, cheio de autoconfiança e certeza.

Portanto, cultive a sua confiança todos os dias, em todos os momentos.

Este artigo foi adaptado do original, “Success Is Being Confident In Yourself And Throwing Any Thought Of Failure Aside”, do Lifehack.

Fonte: FBDE

Fica a dica: Confie em você, que você vai longe. Eu posso, eu quero, eu faço!!!

Até mais, 

5W2H Gestão&Consultoria

Adote uma rotina positiva!

Rolou na COPA, e não passou despercebido: japoneses munidos de sacos de lixo. Os japoneses que foram à Arena Pernambuco para assistir à partida de estreia do Japão na Copa do Mundo contra a Costa do Marfim fizeram questão de deixar as arquibancadas do estádio livre de lixo após a partida. 

Os mesmos estavam munidos de sacos azuis que puderam ser vistos na hora da torcida pela sua seleção durante o jogo, e depois utilizados para recolher o lixo deixado na sua ala do estádio depois da derrota do Japão por 2 a 1.
O que é uma surpresa para o povo brasileiro, para os japoneses não passa de ROTINA. O ato de recolher o lixo chamou tanto a atenção quanto o jogo – fraco tecnicamente, diga-se de passagem. Contagiados, os demais torcedores passaram a ajudar na limpeza.
A Copa do Mundo é realmente uma oportunidade única de aprender com outras culturas. Que tal adotarmos essa atitude positiva em nossa ROTINA?
Atitude positiva já. Fica a dica!!!
Fonte: http://globoesporte.globo.com/ 
Até mais,
5W2H Gestão&Consultoria

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Você quer tomar melhores decisões na sua vida e nos negócios?



Imagine que você pode tomar grandes decisões apenas fechando os olhos, limpando a sua cabeça e se concentrando na sua respiração.

Se a ideia lhe soa atraente, é melhor experimentar. Um novo estudo de pesquisadores do INSEAD e da University of Pennsylvania’s Wharton Business School, descobriu que a meditação pode ajuda-lo a tomar melhores decisões.

Em “Debiasing the Mind through Meditation: Mindfulness and the Sunk-Costs Bias”, os autores escreveram que sessões curtas de meditação podem reduzir a quantidade de decisões que você toma com base em informações do passado que não tem relação com suas escolhas atuais.

Os pesquisadores analisaram a forma como a meditação pode ajudar os líderes a evitar tomar uma decisão com o chamado viés de curso afundado.

Esse viés é a razão das guerras não acabarem rapidamente, das parcerias ruins não terminarem logo, e por isso, você não pode cortar os gastos após o investimento, mesmo sabendo que não haverá retorno.

A chave é que a meditação muda nosso estado de espírito e tira nosso foco dos eventos passados, relações e situações – bem como dos futuros resultados prováveis – para o foco no presente.

Em 2 estudos, os pesquisadores conduziram 2 grupos de pessoas que tinham que tomar decisões, em que os membros de 1 dos grupos meditavam por 15 minutos antes de tomar uma decisão.

Esse grupo não tomou decisões relacionadas com o seu viés de curso afundado.

A equipe, durante o estudo, descobriu também que meditar pode aumentar o seu humor – uma outra maneira da sua mente tomar melhores decisões.

Este artigo foi adaptado do original, “Why You Should Meditate Your Way to Better Decisions”, da Inc.

FONTE: http://www.jornaldoempreendedor.com.br

Até a próxima,


5W2H Gestão&Consultoria

terça-feira, 13 de maio de 2014

Qual é seu foco? Resultados, pessoas ou processos?


Estudo da Michael Page com profissionais de média e alta gerência na América Latina avalia a prioridade desses profissionais.

A Michael Page, referência mundial em recrutamento especializado de média e alta gerência, divulga dados de pesquisa que aponta que 58,6% dos executivos latino-americanos têm o perfil de trabalho com foco nos resultados, 24,4% admitem focar mais em pessoas e recursos humanos, e os demais 17%, têm o perfil atrelado a processos e metodologias. 

O levantamento foi conduzido com 1423 profissionais de média e alta gerência na América Latina, mais especificamente Argentina, Chile, México, Colômbia e Brasil, entre dezembro de 2013 e janeiro de 2014.

Os dados mostram que em todos os cinco países, o maior foco dos executivos são os resultados conquistados no dia-a-dia. O Brasil foi o líder com 67%, seguido pela Colômbia com 61%, Argentina 58%, México 56%, e por fim, Chile com 51%.

O levantamento revela que em segundo lugar, a maior preocupação é com as pessoas. O Chile foi o líder apresentando 33%, seguido pelo México com 27%, Colômbia 25%, Argentina 21% e o Brasil, apresentou a menor porcentagem com 16%.

A pesquisa também apurou a importância do foco em processos para os profissionais. O líder nessa categoria foi a Argentina com 21%, seguido pelo Chile 16%, Brasil e México com 17% e Colômbia com 14%.

Sobre a Michael Page:

A Michael Page é um dos maiores players mundiais em recrutamento especializado. Fundada na Inglaterra em 1976, é especializada em recrutar candidatos em middle e top management, em todo o mundo, sendo a consultoria de recrutamento líder e pioneira na América Latina.

Fonte: http://www.incorporativa.com.br

Até mais,

5W2h Gestão&Consultoria