quinta-feira, 23 de outubro de 2014
Auditoria dentro do ciclo PDCA
Auditoria é uma ferramenta de gestão que visa monitorar e verificar a eficácia da implementação da política da empresa buscando melhorar sistematicamente os RESULTADOS do seu negócio.
O propósito da auditoria está baseado em buscar a conformidade dos processos, reduzir e prevenir as não conformidades.
A partir disso, vale salientar:
- Conceito de não conformidade - Não atendimento de um requisito (3.1.2) - ISO;
- As não conformidades resultam em consequência do não cumprimento de um padrão estabelecido, normas, requisitos etc;
- Que auditores auditam PROCESSOS e não PESSOAS;
- Auditores buscam conformidade;
- Auditoria é uma oportunidade de melhoria do sistema de gestão.
Sendo assim, vamos começar a planejar melhor nossa auditoria com um PDCA para assim alcançar melhores RESULTADOS.
Quer ter uma visão externa dos seus processos? Terceirize sua auditorias internas.
Saiba quais são as vantagens:
- Não haverá a necessidade em capacitar, qualificar e manter uma equipe de auditores internos;
- Eliminação dos erros, vícios e parcialidade que comumente ocorrem com auditores internos, devido ao seu envolvimento no cotidiano da empresa;
- Acabam os transtornos gerados em disponibilizar esses colaboradores por alguns dias nas atividades de preparo, execução e elaboração dos registros da auditoria;
- Contar com auditores que possuem vários anos de experiência na condução de auditorias, conhecimento da norma, além de uma visão objetiva e imparcial do Sistema de Gestão de Qualidade, Meio Ambiente, Seguraça e/ou Saúde;
- Usufruir desta experiência e visão do auditor terceirizado, colhendo dicas e sugestões, convertendo a auditoria interna numa oportunidade de melhoria.
Quer saber mais? Entre em contato conosco através: 5w2hgestaoconsultoria@gmail.com
5W2H Gestão e Consultoria
sábado, 4 de outubro de 2014
Faça a sua parte
A prova de que com um estímulo podemos mudar pessoas, cada gesto ajuda, faça sua parte.
terça-feira, 30 de setembro de 2014
Empregado, funcionário ou Colaborador?
Hoje me
deparei com algo curioso ao estudar a implantação de um Código de ética ou como
preferir um Código Disciplinar ou melhor ainda um Código de Conduta de uma empresa! Aff!!!
Inicialmente,
ao consultar o cliente sobre os conceitos a serem usados, um deles foi: devo
usar Funcionário, Empregado ou Colaborador no Código de sua empresa?
....
E de
repente uma colaboradora/ funcionária ou empregada...afff respondeu:
Quando trabalhei com a S.A 8000 certificação de responsabilidade
social, tive que eliminar o termo empregado e funcionário, podendo utilizar
somente o termo colaborador. O motivo é que Funcionário é “aquele que tem
uma função permanente”. Colaborador é “aquele que colabora, coopera,
contribui”. É o co-autor do processo. Considerando que somos uma empresa
certificada, com processos mapeados e integrados, colaborador é uma palavra que
representaria melhor a empresa internamente e externamente. (Depoimento A.T.)
Depois disso tudo recorri aos conceitos do dicionário,
de onde encontramos o termo colaborador e colaboração precedendo os termos
empregado e funcionário. Colaborador: que ou aquele que colabora – colaborar:
prestar colaboração ou cooperar – colaboração: trabalho em comum. Empregado:
aquele que exerce um emprego – emprego: ato de empregar, função, uso,
aplicação. Funcionário: aquele que tem emprego fixo e remunerado, empregado.
Portanto,
o termo funcionário está ligado à função e remuneração e aparece no dicionário
como sinônimo de empregado. É como boa parte das pessoas se comporta. É como
boa parte das empresas se relaciona com as pessoas. Remunerados por função ou
cargo, cumprem com suas atribuições específicas.
A
CLT determina que se chame de empregado o colaborador remunerado e
com vínculo trabalhista. Portanto, a opção de mudar a denominação em uma
organização, é uma decisão que só tem valor internamente. E é válido a opção?
Quais as implicações, vantagens e desvantagens?
Para
entender isso, precisamos transcender o conceito comum e estreito de
colaboração, utilizado popularmente como sendo aquele que “dá uma mãozinha”ou
ajuda eventual. O termo colaboração vai muito além disto. Colaboração é algo
muito mais profundo, que requer entrega, dedicação, compromisso e consciência.
Colaboração requer inteireza de ânimo e caráter, algo a ser trabalhado nas
organizações.
Colaborar
significa “pegar junto”. Não ficar reduzido ao que está descrito no cargo ou
função. Isto pode levar as pessoas a uma postura do tipo “este não é meu
serviço” ou “não sou pago para isto” ou ainda “não sou dono deste negócio, eu
só trabalho aqui”. Estas não são posturas encontradas em um
colaborador na nova era. Precisamos de algo muito diferente disto. Para tanto,
precisamos desenvolver o espírito de colaboração nos funcionários.
O
termo “empregado” foi marcado em um período conhecido como Fordismo ou
Taylorismo (Taylor 1856-1917). A partir de Fayol (1841-1925) e Weber
(1864-1920) com sua proposição formal baseada em descrição de funções e
departamentos, ficou reconhecido o termo “funcionário”, ou seja, o empregado
com funções pré-estabelecidas. O termo “colaborador” só passou a ser utilizado
a partir da administração japonesa (a partir de 1970). É uma terminologia
definitivamente mais adequada a era pós-industrial, apesar de algumas correntes
conservadoras ainda insistirem em utilizar a terminologia e a filosofia da fria
relação entre capital-trabalho da era anterior, atendendo aos rigores legais.
Este
conceito evoluído de COLABORADOR, tem sido adotado pelas atuais correntes de
gestão de pessoas. O colaborador pode ser descrito como alguém motivado,
entusiasmado, engajado, que entende e coopera com os objetivos da empresa. Se
parece muito mais com tudo aquilo que o próprio caderno estágios e profissões
enfatizou sobre capital humano e capital intelectual. E, pelo que tenho
constatado, é a postura que toda organização deseja de seu pessoal.
Os
tempos são outros. Estamos na era da participação, da responsabilidade social e
ambiental.
Trabalhemos
como se a empresa fosse nosso próprio negócio, pois em última análise é
mesmo, afinal vivemos dela. Vamos evoluir desta postura de empregado ou
funcionário que marcou as relações de trabalho em tempos passados. Trabalhemos
como verdadeiros colaboradores, ainda que não sejamos oficialmente chamados
assim.
Dica
que fica: Independente de ser Funcionário, Empregado ou Colaboradores todos
merecem seu respectivo RESPEITO!!!
Fontes:
Artigo escrito por Mauricio Lessa dos Reis no site - ttp://www.divicity.com/portal/index.php/estagio-e-profissoes/4617-empregado-funcionario-ou-colaborador-em-qual-perfil-voce-se-encaixa.html (adaptado)
Depoimento de Amiga A. T.
Até mais,
5W2H Gestão e Consultoria
BALANCED SCORECARD BSC: Uma ferramenta de GESTÃO
SERVQUAL: Uma Ferramenta para Medir a Qualidade dos Serviços
Em
um período de profundas transformações, a prestação de serviços
cresce em importância
evidenciando nas organizações a necessidade de atrair, reter e
fidelizar de forma rápida e eficaz aos desejos e exigências dos clientes,
devido ao ambiente competitivo ao qual estão inseridos.
Gap 1 – Discrepância entre as expectativas dos utilizadores e as percepções dos gestores (não estudado nesta pesquisa);
Gap 2 – Discrepância entre as percepções dos gestores e as especificações ou normas de qualidade (não estudado nesta pesquisa);
Gap 3 – Discrepância entre as especificações de qualidade do serviço e prestação do serviço (não estudado nesta pesquisa);
Gap 4 – Discrepância entre a prestação do serviço e a comunicação externa (não estudado nesta pesquisa).
O quinto gap é a discrepância entre a expectativa dos clientes e a sua percepção dos serviços e sua fórmula é a seguinte:
Gap 5 = GAP 1 + GAP 2 + GAP 3 + GAP 4
No
passado não havia grandes preocupações com esses aspectos visto que as empresas
eram administradas de modo diferente de hoje. Porém, com os avanços
tecnológicos e o próprio desenvolvimento intelectual humano, tudo foi mudando
e, com isso, passou-se a ter uma visão mais ampla das formas de administrar,
dentre elas a maneira de primar pela percepção do cliente.
Levando
em consideração a natureza abstrata dos serviços, decorrente de suas
características: intangibilidade, inseparabilidade, perecibilidade e
variabilidade; a qualidade dos
serviços só pode ser medida subjetivamente.
Deste
modo Zeithaml e Bitner
(2003) compreendem que a qualidade em serviços é baseada nas
percepções dos clientes e não somente em critérios determinados pela
organização de como um serviço deveria ser realizado.
O setor de serviços vem
garantindo a expansão do emprego e
aumentando progressivamente a participação no
Produto Interno Bruto (PIB) do
país, seja organização empresarial de pequeno ou grande porte, legalizada ou
não. (IBGE, 2009)
Kotler
(2006, p.397) um serviço é definido da seguinte maneira:
“Qualquer
ato ou desempenho, essencialmente intangível, que uma parte pode oferecer a
outra e que não resulta na propriedade de nada. A execução de um serviço pode
estar ou não ligada a um produto específico.”
Para medir a qualidade do serviço precisa-se saber quais são os possíveis gaps:
Gap 2 – Discrepância entre as percepções dos gestores e as especificações ou normas de qualidade (não estudado nesta pesquisa);
Gap 3 – Discrepância entre as especificações de qualidade do serviço e prestação do serviço (não estudado nesta pesquisa);
Gap 4 – Discrepância entre a prestação do serviço e a comunicação externa (não estudado nesta pesquisa).
O quinto gap é a discrepância entre a expectativa dos clientes e a sua percepção dos serviços e sua fórmula é a seguinte:
Gap 5 = GAP 1 + GAP 2 + GAP 3 + GAP 4
A metodologia da SERVQUAL utilizada
para a mensuração da qualidade do serviço é uma importante ferramenta para
gerenciamento das possíveis oportunidades de melhorias identificadas quando da
sua plicação.
Que tal medir a qualidade dos serviços usando a metodologia SERVQUAL?
Até a próxima,
5W2H Gestão e Consultoria
sexta-feira, 19 de setembro de 2014
Praticando Resilência
Resiliência é a capacidade de:
Teste sua Resiliência!!
Até mais,
5W2H Gestão e Consultoria
- Promover as mudanças necessárias para atingir seus objetivos e os da empresa; Manter as competências e habilidades, mesmo diante das adversidades; Antecipar crises, prever adversidades e se preparar para elas; e Ter firmeza de propósito e manter a integridade.
Fonte: Livro Resiliência - autor: Eduardo CarmelloTeste sua Resiliência!!
Até mais,
5W2H Gestão e Consultoria
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